
Ficha técnica, letras das canções e as capas dos discos,
sempre que os temas concorrentes foram editados

Canção nº 1 - Semifinal 1
Título: Too Much Sauce
Intérprete: MoYah
Música: MoYah e Kensaye
Letra: MoYah e Miguel Gutierrez
Vídeo: aqui
I'm the shaka zulu of the scene
Melanin poppin' like a beam
Never let hyenas on my team
T'challa on the track best address me as a king
Seen gang gangs in the screen
When they see me they don't say a thing
Quick to bounce like a trampoline
Cause they don't really want it so, they turn to gelatine
Believe our legacy is royal
They don't wanna bring turmoil
Can't really handle when we boil
Leave a man six feet
Covered in soil
Shout out to my akhis on the deen
Turn their back on a life of sin
Got that inner light stay shining with no bling
Moyah on a track, better recognize a king
Too much sauce! Too much sauce
Too much sauce! Too much sauce
Too much sauce! Too much sauce
Too much sauce! Too much sauce
Too much sauce! Too much sauce
Too much sauce! Too much sauce
Too much sauce! Too much sauce
Too much sauce! Too much sauce
Escuta bem quando canto, canto
Em português, o encanto, canto
Das sereias que espanto
O meu fado é tanto
Que já nem pranto, pronto
Lágrimas secas pra poder ver melhor
Pela rota bancarrota do café
Minha visão vem de algo superior
Pago a vida com fiado, com fé
Felicidade dum refugiado:
Funge? Iates?
Nem fui ao Chiado
Vê-me infiado no estúdio afiado
Único fiasco terem desconfiado
Desafiado por Vasco da Gama que temia o Couto
Devia atravessar um ponto, ponte
Sou craveirinha neste conto
Da barca como belafonte, com
Too much sauce! Too much sauce
Too much sauce! Too much sauce
Too much sauce! Too much sauce
Too much sauce! Too much sauce
Too much sauce! Too much sauce
Too much sauce! Too much sauce
Too much sauce! Too much sauce
Too much sauce! Too much ѕаuce

Canção nº 3 - Semifinal 1
Título: Modo Voo
Intérprete: April Ivy
Música: Mariana Gonçalves, João Maia Ferreira, Francisco Santos, Manuel Morgado, Ricardo Moreira, Matheus Paraízo e Francisco Andrade
Letra: Mariana Gonçalves, João Maia Ferreira e Francisco Santos
Vídeo: aqui
Hoje eu 'tou na minha
Vou só girar p'la cidade
Sou quem a ilumina
Mesmo com a Lua a brilhar
Se algum dia eu fui tímida, devia ser da idade
Agora eu ponho na linha quem se quiser vir esticar
Já ninguém me para
Eu vou pr'onde eu quero ir
Já ninguém me agarra
Eu sou dona de mim
Não vou ser pisada
Sou quem 'tá com as Nike
Sangue, não vou dar nada
'Tá fechada a Ivy
Eu já parti p'a outra e nem queria
Não divido culpa, temos pena
Nem vou pôr conversas em dia
Tu nem querias, tempo de antena
Eu já parti p'a outra e nem queria
Não divido culpa, temos pena
Nem vou pôr conversas em dia
Tu nem querias, tempo de antena
Vá ou não sozinha, serei sempre como sou
Não ligo a quem opina, 'tá ligado o modo voo
Na minha companhia
Não quero gente que me tire o sono
Já vejo o que se avizinha
O meu destino e com quem vou
Já ninguém me para
Eu vou pr'onde eu quero ir
Já ninguém me agarra
Eu sou dona de mim
Não vou ser pisada
Sou quem 'tá com as Nike
Sangue, não vou dar nada
'Tá fechada a Ivy
Eu já parti p'a outra e nem queria
Não divido culpa, temos pena
Nem vou pôr conversas em dia
Tu nem querias, tempo de antena
Eu já parti p'a outra e nem queria
Não divido culpa, temos pena
Nem vou pôr conversas em dia
Tu nem queriaѕ, tempo de antenа
Eu 'tou no modo voo

Canção nº 2 - Semifinal 1
Título: Sonhos de Liberdade
Intérprete: Bolha
Música: Jacinta
Letra: Joana Gil
Vídeo: aqui
Dá rumo à tua vida
Não olhes para trás
O presente é lindo
Tens de ser audaz
Sonhos Ambíguos de fantasiar
Sonhos transcritos em realidade
Dá sentido à vida
De um futuro apraz
A liberdade resiste
Sem medo és capaz
Lutas antigas
De um passado audaz
Não te esqueças
Do que o povo é capaz
Larga essa história
Deixa o que ficou para trás
Atira-te à vida do passado leva a paz
Larga essa história
Deixa o que ficou para trás
Atira-te à vida do passado leva a paz
Dá rumo à tua vida
Não olhes para trás
O presente é lindo
Tens de ser audaz
Larga essa história
Deixa o que ficou para trás
Atira-te à vida do passado leva a paz
Sonhos constantes
Sempre arrojadoѕ
Batalha na vida
Pela liberdade, liberdade, liberdаde
Na encruzilhada da vida
Eu quero encontrar alguém
Que me mostre uma saída
Que me faça ir mais além
Também quero um amor de verdade
Que me agarre e me arranque do chão
Que me ensine a morrer de saudade
E que a liberdade não é solidão
Olha
Eu tenho um coração
Novinho em folha
'Tá pronto a estrear
De que vale a minha espera
Se ninguém esperar por mim?
De que vale a primavera
Se eu não tiver um jardim?
Vou deixar a porta aberta
P'ra se alguém quiser entrar
De que vale a hora certa
Se a gente nunca arriscar?
Nesta jornada da vida
Eu quero encontrar alguém
Com uma história parecida
Àquela que a minha tem
Um alguém que me fale e me mude
Que me ajude a dizer o que penso
Que me ensine a mudar de atitude
Que me cale com um beijo
P'ra ouvir o silêncio
Olha
Eu tenho um coração
Novinho em folha
Não posso guardar
De que vale a minha espera
Se ninguém esperar por mim?
De que vale a primavera
Se eu não tiver um jardim?
Vou deixar a porta aberta
P'ra se alguém quiser entrar
De que vale a hora certa
Se a gente nunca arriscar?
De que vale a minha espera
Se ninguém esperar por mim?
De que vale a primavera
Se eu não tiver um jardim?
Vou deixar a porta aberta
P'ra se alguém quiser entrar
De que vale a hora certa
Se a gente nunca arriѕcаr?
Oh mãe o que posso eu ser?
Se o meu caminho está talhado
O meu nome não é Maria
Mas pra Maria, nasci Mulher
Nasci Maria, nasci Maria, nasci Maria
Nasci Mulher
Nasci Maria, nasci Maria, nasci Maria
Tantas vozes que nos gritam
O que a Mulher tem que ser
Honrada, casada, amada
Mal acaba de nascer
Até quero ser ressolha
Até quero ser honrada
Não me tirem já a vida
Quem me dera ter tringalha
Oh mãe o que posso eu ser?
Nasci Maria, nasci Mulher
Nasci Maria, nasci Maria, nasci Maria
Nasci Mulher
Nasci Maria, nasci Maria, nasci Maria
Nasci Mulher
Nasci Maria, nasci Maria, nasci Maria
Nasci Mulher
Nasci Maria, nasci Maria, nasci Maria
Ainda posso fazer muito
Porque há muito pra fazer
Tenho mão de tecedeira
E muito nó para desfazer
Oh mãe o que posso eu ser?
Nasci Maria, nasci Mulher
Nasci Maria, nasci Mulher
Nasci Maria, nasci Mulher
Nasci Maria, nasci Maria, nasci Maria
Nasci Mulher
Nasci Maria, nasci Maria, nasci Maria
Nasci Mulher
(Oliveirinha da…)
Nasci Maria, nasci Maria
(Oliveirinha da…)
Nasci Maria, nasci Maria
Nasci Maria, nasci Maria, nasci Maria
Nasci Mulher
Nasci Maria, nasci Maria, nasci Maria
Nasci Mulher
Nasci Maria, nasci Maria, nasci Maria
Nasci Mulher
Nasci Maria, nasci Maria, nasci Maria
Nasci Mulher
Oh mãe o que posso eu ser?
Se o meu caminho está talhado
O meu nome não é Maria
Mas pra Maria, nаѕci Mulher

Viver do que ainda está para vir
Fazer contas com o passado
Deixá-lo ir
Viver do que ainda está para vir
Fazer contas com o passado
Deixá-lo ir
Sorrir ao tempo que vem
Sem fazer mais concessões
O que quero é viver como cantou Variações
Rasgar o peito à vida
Abraçar o que virá
Se São Pedro assim quiser
O céu azul ficará
Viver do que ainda está para vir
Fazer contas com o passado
Deixá-lo ir
Viver do que ainda está para vir
Fazer contas com o passado
Deixá-lo ir
Cantar a vida que vem
Sem amarras ou prisões
Dar ao Zeca os louvores
Somos nós os teus cantores
Respirar
Deixar sair
Deixar ir
Deixá-lo ir
Viver do que ainda está para vir
Fazer contas com o passado
Deixá-lo ir
Viver do que ainda está para vir
Fazer contas com o pasѕаdo
Deixá-lo ir
Ai Coração
Que não me deixas em paz
Não me dás sossego
Não me deixas capaz
Tenho a cabeça e a garganta num nó
Que não se desfaz e nem assim tu tens dó
Sinto-me
Tonta
Cada dia pior
Já não sei de coisas que sabia de cor
As pulsações subiram quase pra mil
Estou louca, completamente senil
O peito a arder
A boca seca eu sei lá
O que te fazer
Amor pra mim assim não dá
Porque parece que nem sou mais eu
Ai Coração
Ai Coração
Diz-me lá se és meu
As horas passam e o sono não vem
Ouço as corujas e os vizinhos também
O meu juízo foi-se e por lá ficou
Alguém me tire deste estado em que estou
O doutor diz que não há nada a fazer
Caso perdido vi-o eu a escrever
Ando perdida numa outra dimensão
Toda eu sou uma grande confusão
O peito a arder
A boca seca eu sei lá
O que te fazer
Amor pra mim assim não dá
Porque parece que nem sou mais eu
Ai Coração
Ai Coração
Ai Coração
Diz-me lá se és meu
O peito a arder
A boca seca eu sei lá
O que te fazer
Amor pra mim assim não dá
Porque parece que nem sou mais eu
Ai Coração
Ai Coração
Ai Coração
Ai Corаção
Diz-me lá se éѕ meu
Quanto tempo tenho até ter-te aqui
Contraste mudo mostra-me o fim
Com tudo dentro de mim
Com tudo dentro de mim
Dentro de mim
Volta vento conta-me o que vêѕ
Traz-me tempo para ouvir
O mundo fora de mim
O mundo fora de mim
Fora de mim
Vem
Vem
Volta vontade
Volta vontade
Volta vontаde
It all begins with a riddle
The sound i hear of a million voices
But sorrow made me cry
And go away
So always ask for a hand
Love me boy
Don't you hold me tight
Just to satisfy my ego
Love me boy
When you hold me tight
Just to sacrifice your ego
Love me boy
Don't you hold me tight
Just to satisfy my ego
Everyone must be afraid
Those hymns of hate carried in a bag
But there's a crack now in everything
Like the poet said that's how the light gets in
Love me boy
Don't you hold me tight
Just to satisfy my ego
Love me boy
When you hold me tight
Just to sacrifice your ego
Love me boy
Don't you hold me tight
Just to satisfy my ego
Love me boy
When you hold me tight
Just to sacrifice your ego
Love me boy
Don't you hold me tight
Just to satisfy my ego
Love me boy
When you hold me tight
Just to sacrifice your ego
Love me boy
Don't you hold me tight
Just to sаtiѕfy my ego
Oiço a música cá fora
Estou à espera para entrar
Olho em volta, não há caras
Só tecido a desfilar
Tem cuidado
Sai de cima dessa cauda de vaidade
Volta lá para a tua fila
Não te deram prioridade
Finalmente passo a porta
Holofotes a cegar
Já que consegui entrada
Vou tentar aproveitar
Porque a música está boa
O meu corpo quer dançar
Mas a minha mente grita e eu só consigo pensar
Vou-me embora
Não pertenço a este lugar
Vou-me embora
Sem vontade de voltar
Vou-me embora
As luzes não me deixam ver
Se é uma festa ou uma luta de poder
Sinto a cabeça pesada
Como bolha a rebentar
Já nem sei se é da batida ou de não me integrar
Nesta montra de interesses
Onde a pista é na verdade
Uma arena onde luto contra o ego de quem não
Nos quer deixar ser
Não vim para vencer
Nem desafiar
Mas foi em vão
Tentei ignorar
Mas não vou ceder
Não vou mais ficar
Vou-me embora
Não pertenço a este lugar
Vou-me embora
Sem vontade de voltar
Vou-me embora
As luzes não me deixam ver
Se é uma festa ou uma luta de poder
Se é uma feѕta ou uma lutа de poder
Passei demasiado tempo
A esperar aprovação
Fiquei um tanto ou quanto lento
Sem reação
Acordei e naquele momento
Vi que me mantinha aquém
Descalcei sapatos de cimento
Agora eu corro e voo
'Que eu não devo nada a ninguém
Nada eu não devo nada a ninguém
Eu só presto contas ao infinito
Vejo o meu saldo e não tou aflito
Mas eu não gasto só em mim
No que tu duvidas, invisto
Se ganhas eu ganho e insisto
Eu sei o poder de um "sim"
Como tu acordei
E naquele momento olhei para mim
Vi que me mantinha aquém
Descalcei sapatos de cimento
Agora eu corro e voo
'Que eu não devo nada a ninguém
Nada eu não devo nada a ninguém
E ergo-me ao ѕol de Verão
Nada eu não devo nada
Nada, nada a ninguém
Se me dou então não devo nada
Nada, nada, nada
A quem já me tem
Nada eu não devo nada
Nada, nada a ninguém
Se me dou então não devo nada
Nada, nada, nada
A quem já me tem
Nada eu não devo nada
Nada, nada a ninguém
Se me dou então não devo nada
Nada, nada, nada
Nada а ninguém

Canção nº 2 - Semifinal 2
Título: O Impossível
Intérprete: The Happy Mess
Música: João Pascoal, Afonso Carvalho, Miguel Ribeiro e Paulo Mouta Pereira
Letra: Bruno Vieira Amaral
Vídeo: aqui
Soa a cliché
Mas acho que até já te imaginei
A dançar por aqui
Não sei porquê mas fiquei a pensar
Que já entrei
Num filme feito por ti
Talvez seja das luzes
Bebi não caiu bem
Não demoro
Vou depressa, vem
Vou fazer um mortal
Sou um comum mortal
A tentar o impossível
Vem, juntar as pontas, vem
Pagar as contas sem penhorar
O impossível
Graças a Deus que já não tenho fé
Num grande amor
Em noites de daiquiris
Pedi aos céus que não fosses mais um mau sedutor
Dos mil que já conheci
Deixar que me seduzas
Ter-te nas mãos ou fugir
Vem, depressa, vem
Vou fazer um mortal
Sou um comum mortal
A tentar o impossível
Vem, juntar as pontas, vem
Pagar as contas sem penhorar
O impossível
Vem, juntar as pontas
Pagar as contas e tentar o impossível
Vem, juntar as pontas, vem
Pagar as contas sem penhorаr
O imposѕível, vem

Canção nº 3 - Semifinal 2
Título: Enquanto É Tempo
Intérprete: Teresinha Landeiro
Música: Pedro de Castro
Letra: Teresinha Landeiro
Vídeo: aqui
Que nos salvem as canções
Quando o amor estiver ausente
Que atravessem multidões
As canções e quem as sente
Sós
Não temos voz
E além de nós
Só há vazio
Cantem contra tudo que o medo é mudo e o mundo é frio
Salvem o amor
Cantem a esperança
O mundo é mais que a semelhança
Juntem as vozes que teimam separar
Salvem o amor
Enquanto é cedo
Não queiram muros feitos de medo
E que nos salvem as canções que há por cantar
Fria
Alma vazia
Falta empatia
Falta-nos paz
Escolham ser ternura
E que a loucura fique para trás
Salvem o amor
Cantem a esperança
O mundo é mais que a semelhança
Juntem as vozes que teimam separar
Salvem o amor
Enquanto é cedo
Não queiram muros feitos de medo
E que nos salvem as canções que há por cantar
Salvem o amor
Cantem a esperança
O mundo é mais que a semelhança
Juntem as vozes que teimam separar
Salvem o amor
Enquanto é cedo
Não queiram muros feitos de medo
E que nos salvem as canções que há por cantar
Que nos salvem as canções
As canções e quem аs ѕente

Canção nº 4 - Semifinal 2
Título: Bandeiras
Intérprete: Bandua
Música: Bernardo Adário e Edgar Valente
Letra: Edgar Valente
Vídeo: aqui
Foi quando levei meu coração bom
Passear p'la mente moribunda
Que encontrei minh'alma a sangrar
Duma ferida tão profunda
Que agora levo uma vida para me perdoar
E hei de levar mai' outra
A aprender a não julgar
Olará, larilolela, que será do meu bem?
Olará, larilolela, serei meu refém?
Toda a gente tem direito a fazer asneiras
Eu também, como tu, tenho as minhas maneiras
E se a gente não sabe onde estão as fronteiras
Então p'ra que andamos a levantar tantas bandeiras?
Toda a gente tem direito a dizer asneiras
Eu também, como tu, gosto da brincadeira
E se a gente 'tá pronta a perder as estribeiras
Então p'ra que andamos a levantar tantas bandeiras?
Olará, larilolela, deixai-me em paz
Olará, larilolela, asneiras quem não as faz?
Se a cabeça diz ter a certeza
Talvez não pareça saber o segredo
As ideias quando são a meias
Perdem as maneiras de apontar o dedo
E eu peço a Bandua que enlace as bandeiras
Eu rezo a Bandua que enleie as bandeiras
Toda a gente tem direito a fazer asneiras
Eu também, como tu, tenho as minhas maneiras
E se a gente não sabe onde estão as fronteiras
Então p'ra que andamos a levantar tantas bandeiras?
Toda a gente tem direito às suas ideias
Eu também, como tu, sei a versão verdadeira
Mas se a gente não sabe a história por inteira
Então p'ra que andamos a levantar tantas bandeiras?
Olará, larilolela, serei meu refém?
Olará, larilolela, bandeiras quem não аѕ tem?
It sounds like an old song
Like we haven't moved on
My heart's in two places
Kissed so many faces, but
Feels like you were the one
And i'm still mad at younger me for
Leaving you like that
And you're still mad so mad at me for
Not coming back
We're stuck in playground time
Our first kiss outside
Wishing you goodnight over the phone
Our first fights saying i love you like
Like we didn't even know the word
But i learned that word right from your lips babe
I learned to touch you with that word on repeat
Our first goodbye and then the years went by
Now i wish you goodnight over a song
Wish you a goodnight
Wish you a goodnight
It sounds a bit mellow
But trust me i'm jealous of
That new girl of yours
Remember that gift you gave me
I secretly kinda hate it
But kept it all along
And i'm still mad at younger me for
Leaving you like that
And you're still mad so mad at me for
I'm not coming back
We're stuck in playground time
Our first kiss outside
Wishing you goodnight over the phone
Our first fights saying i love you like
Like we didn't even know the word
But i learned that word right from your lips babe
I learned to touch you with that word on repeat
Our first goodbye and then the years went by
Now i wish you goodnight over a song
Wish you a goodnight
Wish you a goodnight
Wish you a good life
Called you so many times
To hear you say you're fine
To hear my own voice lie
I'm fine too
Called you so many times
To say i miss you like
Like that word was invented
The dаy i kisѕed you

O fim do mundo já se apressa
Vida riscada a lápis, recomeça
Não, não leste a bíblia, confessa
Apocalipse e uma promessa
No fim do mundo, nada presta
Só as memórias das nossas conversas
Mas olha para mim, escuta o que interessa
Vamos fugir amor, depressa
Então diz o que queres
Pensa bem
Então diz se preferes ficar sem
Então diz se me queres levar também
Então diz
Então diz-me
Tudo isto acaba de repente
Fica comigo aqui no princípio do fim
O mar nadou contra a corrente
Diz um adeus a essa gente
Salva-me o dia, já é tarde
Este poema é teu e vou guardá-lo em mim
Dizem que o amor é fogo e arde
Espero que a chama não se apague
Então diz o que queres
Pensa bem
Então diz se preferes ficar sem
Então diz se me queres levar também
Então diz
Então diz-me
Então diz o que queres
Pensa bem
Então diz se preferes ficar sem
Então diz se me queres levar também
O fim do mundo é agora
Resta lembrar a nossa história
Fica comigo na memória
Não temos medo, a ver se é desta
Porque contigo o fim do mundo não interesѕа
Quero voar pra longe
Comprar uma casa e construir um lar
Ai, ai de onde venho o povo ainda sofre
Mas todos sonham encontrar essa paz
Ai, ai
Lágrimas escorrem
Ainda não secaram
O tremor nas minhas mãos
Os traumas ficaram
Por fora jovem
Mas a alma é velha
Vejo passar as nuvens da minha janela
Dias melhores
Até no chão alcatroado nascem flores
A vida custa menos se encontrares amor
Foi injusta mas hoje vejo mais cor
Aceitei a dor
Quero voar pra longe
Comprar uma casa e construir um lar
Ai, ai de onde venho o povo ainda sofre
Mas todos sonham encontrar essa paz
Ai, ai
Silhuetas e desenhos
Os pensamentos que ainda tenho
Um dia o vento vai mudá-los
Independente do tamanho
Silhuetas e desejos
O meu amor
O meu empenho
Por tudo aquilo que hoje tenho
Quero voar pra longe
Comprar uma casa e construir um lar
Ai, ai de onde venho o povo ainda sofre
Mas todos sonham encontrar esѕa paz
Ai, аi
Please won't you tell me something good
Something that can really make
Make me happy
'Cause everybody's mad
Mad about something
I don't know what's going on
Madness keeps growing
We're divided between who's right or wrong
I don't wanna live in a world full of hate
I think i'm not the only one who thinks the same
In just a second will implode
In just a second will implode
Look deep down in your heart
You may find some light down below
Life's too short so keep it simple
Tell me why
Tell me why
We have to complicate
I don't wanna live in a world full of hate
I think i'm not the only one who thinks the same
I'm sick and tired of this war games
It's driving me insane
I don't wanna live in a world without love
In just a second will implode
In just a second will implode
Peace sells but who's buying
I'm your friend not your enemy
Peace sells but who's buying
I think the world needs therapy
I don't wanna live in a world full of hate
I'm sick and tired of this war games
It's driving me insane
I don't wanna live in a world without love
In just a second will implode
In just a second will implode
In just a second will implode
Just a ѕecond to end it аll

Canção nº 9 - Semifinal 2
Título: Funâmbula
Intérprete: Lara Li
Música: André Henriques
Letra: André Henriques
Vídeo: aqui
Não apagues a luz
Não te quero à procura
Não me toques sem querer
Já não temos idade
Não me faças perguntas
Sabes sempre a resposta
Não me digas que vais
Eu já sei como acaba
Quando o mar tocar o sol
Delicada acrobacia
Balançamos sobre o vento e eu aflita
No tormento que é cair
Quando vires os meus olhos
Olha até veres o fundo
Precipício escarpado de um amor que se foi
Se chegámos aqui
Não foi pouco o destino
Sei que nunca te disse
Mas não gosto de alturas
Quero andar sobre a vida
Quero andar rente ao chão
Quero andar sobre a vida
Quero andar rente ao chão
Quando o mar tocar o sol
Delicada acrobacia
Balançamos ѕobre o vento
E eu aflita no tormento que é cаir
Sem ver o fim
Senhor Deus meu não vos afastais de mim
Pois eu diante de ti
Sei que nunca me perdi
Quando vãos pensamentos me assombrarem a alma
Vou recorrer a ti p'ra tentar manter a calma
Única esperança e consolação
Refugiar-me em ti em toda a tribulação
Evocar-te do fundo da minha alma e esperar
E pedir à paciência para me acompanhar
Que eu já deixei, já deixei
Já deixei
Já deixei
Já deixei o meu tormento p'ra trás
Eu já deixei, já deixei
Ficou p'ra trás
Já deixei
O satanás
Já deixei o meu tormento p'ra trás
Dizem que hoje em dia quando a mente está vazia
O demónio pode entrar
Todavia canta e os teus males espanta
E vai pedir à santa p'ra te abençoar
Nasceu num novo dia
Vítima de caos e hipocrisia
Claramente na filosofia
De quem não é só sábio p'ra criar
Já deixei
Já deixei
Já deixei
Já deixei
Já deixei o meu tormento p'ra trás
Eu já deixei
Já deixei
Ficou p'ra trás
Já deixei
O satanás
Já deixei o meu tormento p'ra trás
Senhor Deus meu não vos afastais de mim
Pois eu diante de ti
Sei que nunca me perdi
Quando vãos pensamentos me assombrarem a alma
Vou recorrer a ti p'ra tentar manter a calma
Única esperança e consolação
Refugiar-me em ti em toda a tribulação
Evocar-te do fundo da minha alma e esperar
E pedir à paciência para me acompanhar
Que eu já deixei, já deixei
Já deixei
Já deixei
Já deixei o meu tormento p'ra trás
Eu já deixei, já deixei
Ficou p'ra trás
Já deixei
O satanás
Já deixei o meu tormento p'ra trás
Dizem que hoje em dia quando a mente está vazia
O demónio pode entrar
Todavia canta e os teus males espanta
E vai pedir à ѕanta para te abençoаr